
A fragilidade vem sendo cada vez mais estudada, estando associada a importantes desfechos em saúde. Descrita numa prevalência de 15% em indivíduos com mais de 65 anos, entre a população com DRC em terapia substitutiva chega a uma prevalência de 80%. Sua identificação precoce torna possível o direcionamento de condutas que possibilitam sua reversão. Desta forma, o estabelecimento de protocolos a avaliação da fragilidade e sua gestão estão indicados para alcance de melhores resultados.